café da manhã nada paulista

22 de novembro, 2009 

tapige

Considerando todos os anos de trabalho na mesma firma, esse ano eu viajei muito mais do que nos outros. Acabei me envolvendo com um projeto a ponto de assumir em parte o trabalho de outras pessoas e isso significou viajar para várias capitais conduzindo oficinas de formação de gestores sobre prevenção à violência juvenil. Grande o nome, grande a responsabilidade e maior ainda meu pavor no primeiro seminário, em Belo Horizonte, no começo de julho - que foi ótimo, deu tudo certo. Depois teve Porto Alegre, de onde voltei com pneumonia. Depois teve uma pausa nas minhas viagens por motivos familiares. Em setembro, participei dos seminários de Maceió e Osasco. E na semana passada, estive em Recife, onde encerrei esse ciclo da melhor forma possível: o público era bacana, os anfitriões, muito gentis, e ainda voltei pra São Paulo trazendo o melhor bolo de rolo do Brasil.

Nessas viagens, usei parte do tempo livre com experiências gastrônomicas, comendo ou pelo menos garimpando alguns produtos difíceis de encontrar em SP. Então hoje, pra comemorar o fim dos seminários, preparei um café da manhã com goma de tapioca de Recife, manteiga de garrafa de Maceió e geléia de Pirenópolis. Mas peraí, de onde surgiu Pirenópolis? Bem, essa foi outra viagem que fiz nesse semestre, que não teve nada a ver com trabalho, foi só desfrute. Lá no Santuário Vagafogo comprei uma geléia de mixirica com castanha baru que é tão gostosa que eu uso bem pouco, pra durar mais (é, eu sou assim).Hoje achei que combinaria muito bem com esse café da manhã de viajante…ou melhor, ex-viajante, porque eu pretendo ficar um bom tempo sem precisar andar de avião!

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